Maze Runner: A Cura Mortal | Crítica

Uma conclusão satisfatória para todos os fãs dos livros de James Dashner

29 jan 2018

Há um tempo atrás eu fiz um raio x bem sincero sobre os dois primeiros filmes da franquia adaptada dos livros de James Dashner, então antes de continuar lendo essa crítica, clique aqui e confira o post anterior.

Maze Runner – A Cura Mortal é o livro que nos traz o desfecho de toda essa aventura pós apocalíptica de Thomas e sua turma.  Como eu já disse em um outro post, esse último capítulo serve para nos dar um ponto novo de observação pra toda a situação das cidades que ainda lutam contra o Fulgor e que, finalmente põe fim às experiencias do C.R.U.E.L.

O filme começa exatamente onde o anterior parou, o que causa um certo desconforto aos esquecidinhos já que o roteiro não faz questão nenhuma de situar o espectador. Thomas e seu grupo precisam resgatar o Minho que foi levado para a base do C.R.U.E.L para ser usado como cobaia em busca de uma cura para o Fulgor. Como se não bastasse só isso, eles ainda precisam lidar com o fato de que Teresa, a traidora, está trabalhando com a organização em busca da famigerada cura.

Thomas é um líder impulsivo, deixando transparecer muito mais os seus interesses pessoais do que os que realmente importam para o momento, o que o torna um tanto cansativo. Teresa é a famosa duas caras, já que ela sabe exatamente o mal que causa mais que prefere sacrificar tudo para um bem maior, chega a ser fofo, só que não. Não podemos deixar de destacar a Brenda (Rosa Salazar) que demonstra força e companheirismo durante toda a trama.

A guerra entre os clareanos e o C.R.U.E.L se desenrola e, se você achou bem pobre e superficial nos dois primeiros filmes, prepare-se para uma conclusão alongada e soluções inesperadas para salvar os protagonistas. O problema central do filme está no vilão Janson (Aidan Gillen), um personagem fraco que não convence ao fazer aquele discurso clichê sobre quem deve ou não receber a cura.

O ponto de alto destaque do filme é novamente, a irmandade entre Thomas, Newt e Minho, que ganha o reforço do camarada Caçarola para dar um tom mais dramático e familiar para a tragédia arrebata o grupo. No fim das contas, o fim dessa aventura distópica pode ser considerado satisfatório para uma franquia que, diferentemente de Jogos Vorazes, não foi um sucesso estrondoso, mas que conseguiu deixar sua marca entre muitas outras sagas.

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